segunda-feira, 13 de julho de 2015

Happilly childfree

Não quero ter filhos. Uma vez tentei fazer uma lista dos motivos, mas parei no segundo:
1 - Eu não quero.
2 - Ele também não.
Devia ser suficiente mas, para a maioria das pessoas só significa que somos imaturos e não sabemos o significado da vida, seja lá isso o que for. Não é que não goste de crianças. Gosto de algumas, de outras, não. E não há muito que possam fazer para me obrigar a gostar, pois não?
A questão aqui é: tivesse eu tido paciência para fazer a tal lista, estou convencida de que chegaria aos 100 motivos, facilmente. E muitos deles são-me dados pelos pais (leia-se mães - os homens nisto, como em tantas outras coisas, são tão mais porreiros) convictos. Aqueles da imaturidade e do sentido da vida, seja lá isso o que for. E por falar em homens porreiros foi justamente um desses que me disse este fim de semana que nos hospitais privados se fazem partos naturais com a maior tranquilidade, vistas para o mar ao entardecer e ao som da Smooth FM. Desde aí, ando a repensar tudo isto da maternidade. E por repensar, entenda-se, a escolher a banda sonora para o dito.


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